domingo, 1 de junho de 2008

Das revoltas e outras coisas

Escrevo e oiço o luar. Oiço a água a percorrer as canalizações antigas, colocadas estrategicamente dentro do meu mundo. Elas passam levando consigo tudo. Trazem tantas coisas novas, mas levam tantas imagens, tantos bons momentos. Momentos como o dia da revolta.
No dia da revolta tudo se tornava lúgubre. As peças saíam propositadamente do puzzle, deixando o mistério ainda mais ofuscante. A irritação começou a bater fundo, levando à precipitação de um conjunto de ressentimentos, culpas e dissabores.
Até que a corneta revoltosa tocou e o mistério desfez-se, as peças voltaram ao puzzle, a água das canalizações parou de correr, o luar deixou de falar e eu deixei de escrever.
Estava morto...

3 comentários:

Anónimo disse...

Estavas morto..até que chegou a marta peralta e te viu morrida.. viu te morrida e foi te lançar um feitiço para te acordar.. acordaste e fomos as duas dormir granda sesta e babamos a almofada =)

(estavas a precisar de acrescentar qq cena ao final desculpa la tava muito triste xD )

Minês disse...

parceira, sabes o q eu acho piada nos textos abstratos? é que adoro escrevê-los, mas detesto lê-los... é que podem ter sempre tantas interpretações...:).

Anónimo disse...

Por isso é q ue curto bué deste tipo de textos, Parceira!